terça-feira, 23 de maio de 2017

CERVEJAS RUPESTRE

A Rupestre apareceu aqui no blog recentemente e sempre que chega alguma novidade eu corro pra experimentar. Os últimos rótulos que experimentei foram a Red Ale Defumada e uma American Dark Ale.

Red Ale Defumada


Graduação Alcoólica: 6,30% vol
Tipo: Red Ale
Volume: 600ml
Cerveja de coloração acobreada, com creme beje de ótima formação e duração. Aroma maltado e caramelado. Sabor com notas de caramelo, malte levemente torrado. Amargor suave, muito bem inserido. Corpo e carbonatação média.

American Dark Ale


Graduação Alcoólica: 4,50% vol
Tipo: American Porter
Volume: 600ml
Cerveja de coloração marrom escuro com reflexos de matizes rubi. Creme beje de boa formação, mas que baixou rápido. Aroma maltado com notas de malte tostado e presença de lúpulo com caráter floral muito leve. Sabor de malte torrado, amargor suave e final seco. Corpo médio com baixa carbonatação e leve adstringência, característica dos maltes escuros.

Obs.: Como ela não veio com classificação de estilo e o American Dark Ale não é um estilo que exista, acabei classificando ela como uma American Porter, pois apresentou notas médias de maltes torrados, corpo médio e amargor suave.

quinta-feira, 18 de maio de 2017

SANTA RITA DE JACUTINGA-MG / FAZENDA SANTA CLARA

Como disse nos posts anteriores, não estou com muito tempo de sobra e por isso a atividade aqui no blog diminuiu bastante, até porque não tenho rodado quase nada de moto a não ser de casa para o trabalho. O último ride que fiz foi um bate e volta até a fazenda Santa Clara na cidade de Santa Rita de Jacutinga, que fica entre os estados de MG e RJ.


A fazenda está localizada cerca de 18 quilômetros antes da cidade para quem vem no sentido Rio Preto para Santa Rita. Dessa vez, resolvi seguir o GPS ao pé da letra. E para minha "surpresa" ele me jogou em uma estrada de terra pouco depois de Juiz de Fora que seguia até a cidade de Santa Bárbara do Monte Verde.

Estradas de terra são sempre convidativas e com essa não foi diferente. Tinha chovido na noite anterior e por aqueles lados a chuva foi forte, pois tinha várias arvores caídas e algumas fechando a estrada. Mas nada que atrapalhasse a passagem de moto.


Chegando próximo da fazenda já é possível avistá-la da rodovia e de longe ela impressiona pelo tamanho. Se me lembro bem, há uma taxa de 15 reais para a visitação que dura cerca de 40 minutos. Não vou me lembrar de tudo que vimos, mas para título de curiosidade a propriedade possui 10 hectares e a área construída é de quase 6 mil metros quadrados. São 365 janelas, 52 quartos e 12 salões, representando os dias, semanas e meses do ano respectivamente. Para que tudo isso eu não sei, mas como disse o nosso guia: "hoje em dia o funkeiro ostenta com carro e cordão de ouro. Naquela época os coronéis ostentavam com construções faraônicas".


A fazenda teve sua construção iniciada em meados do século XVIII com o ciclo do ouro e posteriormente durante o ciclo do café passou por uma ampliação. Na foto é possível ver a diferença de estilos nas janelas com detalhes arredondados do estilo barroco (ciclo do ouro) e detalhes mais simples, retos no estilo neoclássico (ciclo do café).


O casarão tem muitos detalhes e várias histórias que são passadas pelos guias, como por exemplo as festas e jantares realizados nos salões, alimentação que era preparada pelas mucamas e equipamentos considerados inovadores naquela época.

Capela

Senzala

Portão de aço e madeira da masmorra

Em resumo, a visita é muito legal para quem quer conhecer um pouco mais sobre o modo de vida daquela época.

segunda-feira, 17 de abril de 2017

CERVEJAS LEFFE

No universo cervejeiro a gama de opções é muito vasta e nem sempre é possível experimentar todos os rótulos de determinada cervejaria. Existem várias cervejas brasileiras que são fantásticas, segundo os profissionais da área e amigos que já experimentaram, mas que eu ainda não tive a oportunidade de experimentar. Falta de oportunidade, dificuldade de encontrar nos mercados da região. Os fatores são diversos e isso se estende às cervejarias estrangeiras, como por exemplo a Leffe. O primeiro rótulo que bebi deles foi há pouco mais de um ano e recentemente encontrei alguns rótulos em um mercado da cidade.

Antes de do review, gostaria de compartilhar um pouco da história da cervejaria.

A Abadia de Notre Dame de Leffe foi fundada em 1152, mas só em 1240 é que surgiu a primeira cerveja. Localizada em Namur, no sul da Bélgica, a Leffe era produzida por monges premonstratenses, sábios da cerveja, sendo que até hoje segue uma receita rígida e tradicional.
Em sua história, a Abadia de Leffe passou por muitos obstáculos: enchentes, incêndios e até mesmo teve uma parte sua destruída devido às tropas da Revolução Francesa. Os monges abandonaram a abadia em 1794, parando completamente as atividades em 1902. Por sorte, a abadia se tornou patrimônio histórico, e em 1937 os monges voltaram para a Abadia e a produção voltou.
A cervejaria Leffe foi comprada pela InBev em 1987 e isso contribuiu para aumentar sua fama mundialmente. Fonte: Clube do Malte

Blond


Tipo: Belgian Blond Ale
Graduação Alcoólica: 6,60% vol
Volume: 330 ml
Cerveja de coloração amarelo dourado. Creme branco de boa formação e duração. Aroma maltado, com notas cítricas e herbais. Sabor frutado com amargor suave no final que conferem boa drinkability.

Royale


Tipo: Belgian Blond Ale
Graduação Alcoólica: 7,50% vol
Volume: 330ml
Cerveja de coloração acobreada. Creme branco de boa formação e duração. Aroma com notas frutadas, caramelo. Sabor maltado, fermento, pão. Amargor suave

Radieuse


Tipo: Belgian Dark Strong Ale
Graduação Alcoólica: 8,20% vol
Volume: 330ml
Coloração vermelho cobre, creme amarelo claro de boa formação e duração. Aroma maltado com notas de frutas vermelhas e caramelo. No sabor, o malte prevalece em conjunto com dulçor que lembra caramelo e há tbm presença de notas torrefadas. O amargor bem inserido no final do gole persiste na boca.