sábado, 25 de novembro de 2017

BADEN BADEN - AMERICAN IPA

A última postagem foi há um mês e o post de hoje está nos rascunhos tem quase seis meses. Acontece que sempre estou enrolando para finalizar esse texto que é apenas mais um review de cerveja. Mas hoje criei vergonha e resolvi terminar. Além desse, tenho vários outros rascunhos que tentarei finalizar a postar em breve. Agradeço a compreensão de todos os leitores pela falta de periodicidade e conteúdo aqui no blog.

Quanto à cerveja da Baden Baden, um fato curioso é a técnica Dip Hop utilizada na receita. Eu nunca tinha ouvido falar até comprar e na época encontrei um post do blog Mucha Breja que explica o processo.


Graduação Alcoólica: 6,40% vol
Tipo: American Pale Ale
Volume: 600ml
Cerveja de coloração acobreada translucida, creme beje de boa formação e duração. Aroma frutado com notas que remetem ao maracujá. Sabor suave de malte com destaque para frutado, maracujá e amargor que persiste no aftertaste. Corpo leve com média carbonatação e drinkability!

terça-feira, 24 de outubro de 2017

WHAT THE FUCK? #53

Sou fã de Star Wars, mas não chega a tanto.

quarta-feira, 18 de outubro de 2017

TÉNÉRÉ - UPDATE REVISÃO 80 MIL KM

Após a revisão verifiquei alguns problemas na moto e como havia escrito o post anterior sem fazer o uso rodoviário da moto não foi possível verificar nenhum problema.

Lembra do desgaste prematuro do pinhão e da corrente. Depois do ajuste fino feito na revisão, a transmissão começou a fazer muito barulho novamente. Voltei na oficina para verificar e haviam mais 3 elos partidos (no local da emenda que havia sido realizada anteriormente). O pinhão também sofreu a mesma deformação que o anterior, o que leva a crer que a corrente não é de boa qualidade como havia indicado anteriormente o meu próprio mecânico. E como prova do nível de conhecimento, ele entrou em contradição dessa vez, dizendo que "essas correntes com retentor não são boas, vivem dando esse tipo de problema. Não tem pinhão que aguente". Resumindo, tive que fazer outra emenda na corrente e acabei colocando outro pinhão novo (VAZ, que custou R$50,00) com o intuito de diminuir o barulho. O anterior, que já era uma substituição rodou ainda menos que o primeiro, apenas 7,8 mil quilômetros.


Vale ressaltar que o barulho chega a incomodar e é um dos primeiros sinais de problema, caso a corrente esteja bem regulada. Mas o principal problema provocado por esses elos quebrados é o aumento de tensões excêntricas provocadas na corrente durante o movimento. Com a rotação da transmissão e peso (piloto + carona) a corrente fica frouxa em determinados pontos e muito tensionada em outros, o que pode provocar até uma quebra e consequentemente aumentar o risco de uma queda. No meu caso, a pilotagem no asfalto ficou ruim pois o excesso de tensão fez com que a moto tivesse perda de potência já que precisava de mais energia no sistema de transmissão para manter-se em movimento. Com a troca do pinhão e substituição dos elos quebrados, a pilotagem melhorou um pouco e o barulho diminuiu, mas não ficou do jeito que deve. A intenção é fazer com que esse restante de kit dure pelo menos mais uns 10 mil quilômetros e realizar a troca por um novo kit original (importado).

Outro probleminha que percebi durante o uso rodoviário, foi que a frente da moto estava vibrando demais. Logo de cara o mexânico disse "é a caixa de direção que está bamba. Aperta ai fulano". Não resolveu e no outro dia decidi verificar a roda, afinal os raios haviam sido trocados e a roda poderia ter ficado empenada. E ela estava um pouquinho fora de centro, mas muito pouco, não o suficiente para fazer com que a moto vibrasse tanto. Nessa mesma verificação foi possível ver que o pneu estava muito mais excêntrico que a roda. E não deu outra, havia sido montado fora de centro em relação ao aro. De volta à oficina, o pessoal tirou, colocou, tirou de novo. Melhorou um pouco, mas ainda não está 100%. Esse é um problema que ainda não tive ideia de como resolver, afinal de contas o pneu ainda roda por um bom tempo e trocar ele agora não é uma opção. Quero ver se consigo levar a moto em outra oficina esse final de semana para tentar centralizar ele e resolver o problema da vibração.

E alguém me explica, como o cara desamonta a moto e não verifica nada desse tipo? Outra coisa que já me deixou puto anteriormente e foi negligenciado de novo. Os caras nem olham o filtro de ar. Pode estar todo preto, que eles nem tiram ele do lugar. Enfim, esse post vem como dica e desabafo ao mesmo tempo. Tá na hora de buscar uma oficina com mais qualidade.

No final das contas a moto não está tão redondinha assim, mas vamo que vamo!

sábado, 7 de outubro de 2017

TÉNÉRÉ - REVISÃO 80 MIL KM

Desde a última postagem sobre manutenção e reposição de peças da Ténéré, fiz algumas trocas e acabei não postando nada. Essa semana levei a moto para fazer uma revisão, afinal havia um bom tempo desde a última e a moto estava apresentando alguns bugs (na injeção eletrônica principalmente). Então vou fazer um update sobre as trocas anteriores e o que foi feito por ultimo.

01/04/17
Realizei mais uma troca do pneu traseiro com 68,5 mil quilômetros totais, sendo que esse pneu ficou um pouco abaixo da média já que troquei ele com 12 mil quilômetros. O valor se manteve o mesmo da última troca, R$300,00.

12/06/17
Após a troca do kit de transmissão, a moto começou a fazer um barulho estranho. Tinha rodado apenas 8,4 mil quilômetros e o pinhão ficou todo retorcido. Aparentemente o aço utilizado era de qualidade muito duvidosa ou não passou por processo de têmpera. Além disso, um dos elos da corrente ficou por um triz de partir. Nesse caso não sei dizer se o segundo foi consequência do primeiro, mas fato é que o pinhão teve que ser trocado. Estranho que já havia utilizado o pinhão da Vaz anteriormente e não tive problema.



Além da revisão aproveitei para trocar as pastilhas traseiras e colocar a substituir os raios da dianteira por 4mm. As pastilhas Fischer me surpreenderam, rodando mais de 22,6 mil quilômetros, mas o disco apresentou um certo aumento no desgaste em relação à última troca. Não sei dizer se a pastilha é mais dura, mas segundo o meu mecânico o desgaste está normal. Foram trocados também os rolamentos das rodas dianteira e traseira.



Fora as peças trocadas a moto está um reloginho. Vamos ver se a chegamos nos 100 mil sem nenhum problema.

UBÁ-MG / PEDRA REDONDA

Não tenho tipo muito tempo para manter o blog atualizado, muito menos para colocar a moto da estrada. Com isso a única saída é procurar me distrair por aqui e recentemente fui até a pedra redonda, ponto muito frequentado pela galera de Ubá mas que eu nunca tinha ido. Fica praticamente dentro da cidade, cerca de 20 minutos do centro (de moto) e mais uma meia hora de caminhada até o topo.

Uma ótima oportunidade para estar em contato com a natureza e espairecer. O ar lá em cima é diferente e a sensação de paz é enorme. Quem conhece sabe o que estou dizendo e quem nunca foi, não espere tanto tempo como eu para conhecer. Vá amanhã mesmo!





segunda-feira, 18 de setembro de 2017

BEER PACK #02

O segundo Beer Pack trouxe 4 cervejas da Cervejaria Gauden. O projeto que recebeu o nome de Moon Hops teve cada cerveja produzida durante uma fase da lua. Um detalhe interessante é que todas utilizaramm o lúpulo Equinox, mesma lupulagem (incluindo dry-hopping), mas são quatro receitas totalmente diferentes.

Moon Hops Cheia


Graduação Alcoólica: 6,20% vol
Tipo: White IPA
Volume: 355ml
Cerveja de coloração amarelo dourado e translúcido. Creme branco de média formação e que persiste. Aroma frutado com notas cítricas. Sabor maltado com notas frutadas e amargor moderado que persiste no aftertaste. Corpo e carbonatação médios.

Um pouco de história sobre o estilo: Os cervejeiros artesanais americanos desenvolveram o estilo como uma cerveja sazonal do final do inverno e início da primavera para atrair tanto os bebedores de IPA como os de Witbier.

Moon Hops Crescente


Graduação Alcoólica: 5,50% vol
Tipo: Amber Lager
Volume: 355ml
Cerveja de coloração amarelo escuro, com creme de boa formação e duração. Aroma maltado e frutado. Sabor com notas de malte e amargor equilibrado que conferem boa drinkability. moderado que persiste no aftertaste. Corpo e carbonatação médios.

Moon Hops Minguante


Graduação Alcoólica:
Tipo: Specialty IPA
Volume: 355ml
Cerveja de cor acobreada, creme claro de média formação e boa duração. Notas cítricas presentes no aroma e no sabor, com corpo médio e amargor bem inserido proporcionando boa drinkability.

Moon Hops Nova


Graduação Alcoólica: 6,00% vol
Tipo: Black IPA
Volume: 355ml
Cerveja de coloração escura com nuances ruby. Creme beje de boa formação e duração. Aroma com notas cítricas e malte torrado bem suave. Sabor com notas frutadas e malte torrado muito distante. Corpo médio a alto e carbonatação média.

sábado, 26 de agosto de 2017

FOTOS DOS LEITORES #10

Confesso que estava com saudades da seção fotos dos leitores. Tem quase um ano desde a última postagem, mas como sempre o meu brother Belli mandou umas fotos iradas da sua última viagem pela Europa. Não peguei com ele a localização de cada foto mas ele passou pela Alemanha, Hungria e Republica Tcheca.

Thanks man!

Kawasaki - Vulcan

Yamaha - XJ6F

Yamaha - Não conheço esse modelo, alguém pode ajudar?

Triumph - Speed Triple

BMW - GSR 1100

Honda - CB 500

BMW - GS 1200

Yamaha - Fazer 600

BMW - GS 1200

segunda-feira, 21 de agosto de 2017

EDELWEISS - WEISSBIER-HEFETRÜB

A Edelweiss é uma cerveja de trigo feita a partir de ingredientes e água pura dos alpes austríacos. É fabricada pela Kautenhausen, cervejaria com mais de 530 anos de tradição.


Graduação Alcoólica: 5,50% vol
Tipo: Weizenbier
Volume: 500ml
Apesar de ter servido em um copo caldereta (o ideal é o weizen), apresentou coloração alaranjada e creme claro de boa formação e duração. Aroma de banana, cravo, pão e fermento que são caraterísticos no estilo. Sabor frutado, com nuances de especiarias.

sábado, 19 de agosto de 2017

BACKER - JULIETA

A Cervejaria Backer deveria ser motivo de orgulho para todos os mineiros. Há quase vinte anos no mercado, não se vendeu para os montes de dinheiro da Ambev e sempre lança cervejas premiadas. A cerveja desse post não é um lançamento, mas recebeu duas medalhas ano passado (bronze no best of show experimental e ouro na categoria fruit beer no festival brasileiro de cervejas).


Graduação Alcoólica: 4,80% vol
Tipo: Fruit Beer
Volume: 600ml
Cerveja de coloração avermelhada, creme branco de média formação e que baixou rápido. Aroma frutado que remetem a morango e cereja. Corpo baixo, com dulçor e sabor de frutas vermelhas e acidez marcante. Retrogosto ácido e azedo, frutado e amargor suave. É um estilo que não me agrada muito (IPA lover detected), mas é uma boa cerveja.

quinta-feira, 17 de agosto de 2017

BESTEN

Hoje tirei a noite para escrever e deu para tirar alguns posts que estavam super atrasados. Esse das cervejas Besten tem mais de 5 meses que era pra eu ter escrito e acabei postergando. Se não me engano foi a última vez que estive no bar do Dellano (aliás, estou devendo algumas Stone Brothers pra ele).

Besten Uaiss


Graduação Alcoólica: 4,80% vol
Tipo: Weizenbier
Volume: 300ml
Cerveja que apresentou coloração clara e condizente com o estilo, porém estava contaminada. Off flavor de pano sujo e sabor horrível. Pode acontecer com qualquer um e espero experimentá-la novamente em um lote bom.

Besten Black Choc Chilli Peppers


Graduação Alcoólica: 6,50% vol
Tipo: Stout
Volume: 300ml
Cerveja de coloração escura e opaca. Creme beje de boa formação e duração. Aroma de malte tostado e notas que remetem toffee e chocolate. Corpo e carbonatação médios, sabor maltado com notas de café, chocolate. Não senti nada que lembrasse à pimenta.

quinta-feira, 6 de julho de 2017

BEERPACK #01

Já está ficando redundante escrever isso aqui, mas quase não tenho tido tempo para escrever. E de certa maneira, essa falta de tempo acaba se transformando em um bloqueio criativo. Às vezes eu sento para escrever sobre as coisas que mais gosto e não sai nada. Mas enfim, hoje deu pra colocar em pratica o primeiro post de uma série que pretendo fazer daqui pra frente sempre que possível, então espero que compreendam a falta de periodicidade.

Pouco tempo atrás resolvi fazer uma assinatura de cerveja. Hoje com esse boom das cervejas especiais existem vários serviços de assinatura e apesar do preço não ser tão camarada assim, acabei optando por fazer pois tenho a possibilidade de experimentar cervejas novas (algumas provavelmente eu nunca iria encontrar pra comprar aqui na região). Escolhi o Beer Pack do Clube do Malte, que tem o melhor custo x benefício principalmente com relação ao frete que e sempre o que encarece as compras de cerveja na internet. Ele é composto por 4 cervejas e um copo diferentes todo mês e nesse plano de assinatura ainda veio um growler no primeiro pack.

Hump Beer American Lager


Graduação Alcoólica: 4,50% vol
Tipo: American Lager
Volume: 355 ml
Cerveja de coloração dourada e translucida. Creme branco de baixa formação mas que persiste. Aroma maltado com notas herbais e gramíneos. Sabor maltado, de dulçor moderado com ótimo contraste de lúpulo que se mantem no aftertaste no final seco.

Hump Beer APA


Graduação Alcoólica: 5,20% vol
Tipo: American Pale Ale
Volume: 355 ml
Coloração acobreada com espuma clara de boa formação e duração. Ao abrir a garrafa e colocar a cerveja no copo já é possível sentir a presença de lúpulo, com notas herbáceas e cítricas. Corpo médio com características suaves de malte e amargor bem pronunciado que persiste no aftertaste. Uma APA com ótima drinkability.

Warsteiner Premium Verum


Graduação Alcoólica: 4,80% vol
Tipo: German Pilsner
Volume: 330ml
Cerveja de coloração amarelo acobreado com espuma de boa formação e duração. Aroma maltado com pouca presença de lúpulo. Sabor com notas de caramelo e um leve tostado com final seco e pouca presença de lúpulo.

Warsteiner Roasted Barley Malt


Graduação Alcoólica: 4,80% vol
Tipo: Dunkel
Volume: 330ml
Cerveja de cor marrom acobreado com creme bege de boa formação e média duração. Aroma maltado com notas de caramelo e toffee. No sabor o dulçor do malte e notas de caramelo e leve tostado são as estrelas. O amargor é muito suave e quase não aparece. Corpo e carbonatação são médios.

quinta-feira, 15 de junho de 2017

MOTO ELÉTRICA - SAROLÉA MANX7

Hoje em dia é inevitável não falar em sustentabilidade e consequentemente sempre ouvimos que os motores à combustão estão com os dias contados e que marcas icônicas como a Harley Davidson estão buscando novas tecnologias e maneiras de se inserir no mercado de motos sustentáveis. Não quero entrar no mérito de sustentabilidade com esse post, até por que é um assunto muito amplo. Então vou tentar me conter apenas nas motos, mas antes de falar da moto desse post algumas coisas devem ser esclarecidas:

1° Acho que temos que buscar viver de maneira sustentável, mesmo tendo ciência que sou falho nesse sentido em determinados momentos do dia. Não que seja uma desculpa, mas trabalhar no ramo da construção civil (principalmente aqui no Brasil) de forma sustentável é um puta desafio.

2° Apesar de os motores à gasolina contribuírem com a poluição (vale salientar que a poluição gerada pelas motos é muito pequena, perto dos outros automóveis movidos à combustíveis fósseis) um motor de uma Panhead ou uma 7 Galo tem um som que nenhuma outra moto (elétrica) vai conseguir reproduzir.

3° Essas motos (com índices de poluição mais elevados) tem uma mecânica e elétrica muito simples, o que nos permite realizar manutenções em casa. Em uma moto moderna e cheia de fios, isso é um pouco mais complicado.

Esses pequenos fatores pesam na hora de pensar de forma racional e emocional. E porque eu falei isso tudo se o assunto do post é uma moto elétrica? É que como apaixonado por motos clássicas às vezes a gente cria uma certa resistência com tudo aquilo que é novo. De certa forma não tão novo assim né. A Saroléa é uma marca belga que iniciou sua produção em 1850 e em 1901 já lançava sua primeira motocicleta com um motor de 247cc e que teve uma evolução até o início dos anos de 1950 (no site da empresa é possível ver a linha de tempo da marca) em que a marca ficou famosa por suas motos vencerem várias competições de velocidade daquela época. Em meados da década de 50 a economia pós guerra não era das melhores e a empresa teve que diminuir a produção e teve o encerramento de suas atividades em 1973. Recentemente (2008), a marca foi comprada por dois irmãos com o intuito de produzir motos 100% elétricas e de alta performance (desde então, participam do mundialmente famoso Tourist Trophy da ilha de Man com o modelo SP7).

Em 2015 a empresa lançou um modelo para a cidade inspirado na super bike SP7, a MANX7. Essa motoca foi o motivo desse post, em que apesar de eu (de certa forma) defender os motores à combustão me deixa entusiasmado com a possibilidade de em um futuro não muito próximo (essa é a realidade) podermos pilotar uma moto tão bacana como essa.



terça-feira, 23 de maio de 2017

CERVEJAS RUPESTRE

A Rupestre apareceu aqui no blog recentemente e sempre que chega alguma novidade eu corro pra experimentar. Os últimos rótulos que experimentei foram a Red Ale Defumada e uma American Dark Ale.

Red Ale Defumada


Graduação Alcoólica: 6,30% vol
Tipo: Red Ale
Volume: 600ml
Cerveja de coloração acobreada, com creme beje de ótima formação e duração. Aroma maltado e caramelado. Sabor com notas de caramelo, malte levemente torrado. Amargor suave, muito bem inserido. Corpo e carbonatação média.

American Dark Ale


Graduação Alcoólica: 4,50% vol
Tipo: American Porter
Volume: 600ml
Cerveja de coloração marrom escuro com reflexos de matizes rubi. Creme beje de boa formação, mas que baixou rápido. Aroma maltado com notas de malte tostado e presença de lúpulo com caráter floral muito leve. Sabor de malte torrado, amargor suave e final seco. Corpo médio com baixa carbonatação e leve adstringência, característica dos maltes escuros.

Obs.: Como ela não veio com classificação de estilo e o American Dark Ale não é um estilo que exista, acabei classificando ela como uma American Porter, pois apresentou notas médias de maltes torrados, corpo médio e amargor suave.

quinta-feira, 18 de maio de 2017

SANTA RITA DE JACUTINGA-MG / FAZENDA SANTA CLARA

Como disse nos posts anteriores, não estou com muito tempo de sobra e por isso a atividade aqui no blog diminuiu bastante, até porque não tenho rodado quase nada de moto a não ser de casa para o trabalho. O último ride que fiz foi um bate e volta até a fazenda Santa Clara na cidade de Santa Rita de Jacutinga, que fica entre os estados de MG e RJ.


A fazenda está localizada cerca de 18 quilômetros antes da cidade para quem vem no sentido Rio Preto para Santa Rita. Dessa vez, resolvi seguir o GPS ao pé da letra. E para minha "surpresa" ele me jogou em uma estrada de terra pouco depois de Juiz de Fora que seguia até a cidade de Santa Bárbara do Monte Verde.

Estradas de terra são sempre convidativas e com essa não foi diferente. Tinha chovido na noite anterior e por aqueles lados a chuva foi forte, pois tinha várias arvores caídas e algumas fechando a estrada. Mas nada que atrapalhasse a passagem de moto.


Chegando próximo da fazenda já é possível avistá-la da rodovia e de longe ela impressiona pelo tamanho. Se me lembro bem, há uma taxa de 15 reais para a visitação que dura cerca de 40 minutos. Não vou me lembrar de tudo que vimos, mas para título de curiosidade a propriedade possui 10 hectares e a área construída é de quase 6 mil metros quadrados. São 365 janelas, 52 quartos e 12 salões, representando os dias, semanas e meses do ano respectivamente. Para que tudo isso eu não sei, mas como disse o nosso guia: "hoje em dia o funkeiro ostenta com carro e cordão de ouro. Naquela época os coronéis ostentavam com construções faraônicas".


A fazenda teve sua construção iniciada em meados do século XVIII com o ciclo do ouro e posteriormente durante o ciclo do café passou por uma ampliação. Na foto é possível ver a diferença de estilos nas janelas com detalhes arredondados do estilo barroco (ciclo do ouro) e detalhes mais simples, retos no estilo neoclássico (ciclo do café).


O casarão tem muitos detalhes e várias histórias que são passadas pelos guias, como por exemplo as festas e jantares realizados nos salões, alimentação que era preparada pelas mucamas e equipamentos considerados inovadores naquela época.

Capela

Senzala

Portão de aço e madeira da masmorra

Em resumo, a visita é muito legal para quem quer conhecer um pouco mais sobre o modo de vida daquela época.