segunda-feira, 31 de outubro de 2016

sábado, 29 de outubro de 2016

FOTOS DOS LEITORES #09

Pra quem achou que a seção tinha sido fechada, tá mais um aí. Acho que já falei isso antes, mas o que mais gosto é que sempre quem me manda as fotos não sabe muito sobre motos, não anda e as vezes nem gosta. Só tiram as fotos porque lembram de mim e isso é legal pra caralho.

Dessa vez quem tirou as fotos foi a Paty, minha companheira de viagem. Mas que não é viciada em motos e só lê o blog porque eu obrigo ela pra ter alguns acessos a mais (brincadeira, haha). Obrigado Paty pelas fotos e pelo companheirismo nesses anos.

Olha as motocas ai...

Drafa - Horizon  / Belo Horizonte

Triumph - Bonneville Street Twin  / Belo Horizonte

E ainda teve uns carrinhos de lambuja. Não sei os modelos então se algum dos leitores puder ajudar.


terça-feira, 25 de outubro de 2016

TÉNÉRÉ - TROCA DA LÂMPADA DO FAROL

Semana passada a lâmpada do farol baixo queimou e como rodo muito a noite corri logo para comprar outra. E convenhamos que andar somente com o farol alto é uma tremenda falta de educação.

O modelo que comprei foi a H7 City Vision da Philips. Como a Yamaha de Ubá fechou, foi meio difícil encontrar a lâmpada mas achei. O preço dela que eu não achei muito amistoso (R$84,00), mas como estava precisando e não ia esperar uma semana ou duas para entrega de um pedido da internet acabei comprando. No mercado livre encontrei o par de lâmpadas por R$144,46. Não é tanta diferença assim, mas já é um filtro de óleo que eu posso trocar.

Sobre a troca da lâmpada, é super simples. É só tirar o soquete, a borracha de proteção, a lâmpada, trocar o adaptador e montar tudo de novo.



quinta-feira, 20 de outubro de 2016

KRUG BIER - SKANK

Cheguei a falar um pouco sobre a Krug Bier nesse post aqui, quando fiz o review de uma cerveja da linha Áustria. O review de hoje é sobre a linha Rock.

Em parceria com a banda (fodástica) mineira Skank a Krug lançou essa Altbier que não fica pra trás. A banda participou de todas as etapas de criação da cerveja, desde a receita até o rótulo que tem todo um simbolismo das influências musicais da banda.


Graduação Alcoólica: 4,80% vol
Tipo: Altbier
Volume: 500ml
Cerveja de coloração acobreada, creme bege de boa formação e duração. Aroma maltado e com notas de lúpulo e que acompanham o sabor.É uma cerveja leve com boa drinkability, amargor bem equilibrado e que se mantem no aftertaste.

sábado, 15 de outubro de 2016

TÉNÉRÉ - TROCA DE PNEU E PASTILHAS TRASEIRAS

No começo do ano fiz a troca do pneu traseiro e das pastilhas traseiras. Você pode ver o post clicando aqui. Acabei não tirando fotos dessa vez, mas tanto o pneu quanto as pastilhas estavam bem parecidos com os da postagem anterior.

O pneu se manteve na mesma média do anterior rodando um pouco mais de 14 mil quilômetros. Novamente coloquei o Metzeler Enduro 3, que apesar de não ter uma durabilidade muito elevada me atende muito bem no asfalto e nas estradas de terra que sempre estou me adentrando. Ainda quero tentar outros pneus, mas vou deixar para a próxima.

Já a pastilha da Corbeg me surpreendeu. Não provocou nenhum desgaste excessivo no disco (como havia lido em alguns lugares), passou segurança nas frenagens e acompanhou a quilometragem do pneu. O vendedor nem acreditou quando disse que ela tinha durado mais de 14 mil quilômetros. Segundo ele essas pastilhas duram em média apenas 7 mil. Isso se dá pelo uso correto e moderado das frenagens bruscas e durante o anda e para das cidades. Dessa vez fiz um novo teste, coloquei o par de pastilhas da Fischer.

Para quem ficou curioso sobre valores, o pneu saiu por R$300,00 e as pastilhas por R$27,00. Um pouco mais caro do que havia pago no início do ano, mas nada muito fora do que encontrei na internet.

Para os próximos meses devo trocar o pneu dianteiro que já está batendo os 20 mil quilômetros e as pastilhas dianteiras que ainda são as originais.

quarta-feira, 5 de outubro de 2016

BARRA LONGA-MG / HOSPEDAGEM & FAZENDA SANTO ANTÔNIO

Como já disse aqui algumas vezes, esse final de período está muito corrido na faculdade e não tenho tido muito tempo para escrever e menos ainda para andar de moto, e quando digo andar de moto quero dizer sair com ela da rotina, porque de moto eu ando todos os dias.

Aproveitei o último feriado de Independência para dar uma esticada. O destino era a Hospedagem & Fazenda Santo Antônio localizada na zona rural do município de Barra Longa. Uma coisa engraçada é que não importa onde vou, sempre me perco pelo caminho e essa foi mais uma vez em que andei um pouco a mais do que deveria. A fazenda está localizada dentro dos limites do município de Barra Longa, mas passando pela estrada de chão por dentro do município de Acaiaca eu economizaria cerca de vinte quilômetros. Mas só fui descobrir isso depois que chegamos na fazenda.


E como se vinte quilômetros não fosse suficiente ainda peguei uma saída errada dentro de Ponte Nova e fui para no município de Rio Casca e aí se foram quase noventa quilômetros a mais.


Ainda chegamos em Barra Longa e tivemos muita dificuldade em encontrar o caminho para a fazenda. A cidade foi muito atingida pela lama barragem de rejeito da Samarco que se rompeu no ano passado e ainda está se recuperando. O caminho é através da comunidade rural com o nome de Gesteira que também foi atingida. Em determinados pontos era possível ver a marca da lama em árvores cerca de 4 metros acima do nível da estrada. As margens do rio do Carmo ainda estão sujas e o que está sendo feito é um reforço do solo já que é impossível retirar toda a lama. O solo novo será usado para o plantio. O número de árvores derrubadas é enorme e mesmo com vários pontos para a coleta de madeira, parece que nunca vai acabar.

Parece um cenário de guerra, e que aos poucos vai sendo reconstruído. Algumas casas já estão de pé novamente e aos poucos a população vai voltando ao normal. Acho que voltar ao normal é meio forçado e o mais correto seria dizer que aos poucos eles vão se acostumando a essa nova situação. Assim como o rio do Carmo que levará algumas dezenas de anos para se recuperar, a população atingida também precisará de tempo para cicatrizar essa ferida.

Queria ter tirado mais fotos de tudo isso que falei, mas acabei esquecendo. A única que tirei foi essa a caminho da comunidade da Gesteira.


Se quase um ano depois a visão que tive foi impactante, imagine se tivesse ido lá na época do acidente. Mas acho que serve de desculpa para voltar lá no ano que vem e ver o que foi feito do ponto de vista ambiental e social.

Passado o caminho da Gesteira onde a estrada está boa já que está sendo mantida pelas empreiteiras, o restante do percurso não é essa maravilha toda. Ainda bem né! Trechos de subidas ingrimes, pedras soltas, mato entrando na pista e tudo mais que se pode ter num bom off. Pensando bem só faltou lama. Depois de uns quarenta minutos de estrada de chão chegamos na fazenda e de cara fomos bem recebidos pelo Kep e pela Mila.


A hospedagem possui quartos de casal e triplo com banheiro compartilhado e 3 suites. Como ficaríamos apenas uma noite lá, já que na sexta eu tinha que trabalhar, fiz a reserva de um quarto e para nossa agradável surpresa não havia nenhum hospede no dia em que fomos. Com isso a Du Carmo (proprietária da fazenda) nos acomodou em uma suite sem nenhum acréscimo.


Para quem procura um lugar pra sair da rotina lá é o destino certo. Além de todo o ar rural; não vou falar que isso é novidade pra mim, já que cresci na roça, mas como fomos para descansar foi diferente. Outro ponto interessante é a culinária da fazenda que fica por conta da Cheff Claudia Ferrari. Sigam a conta dela no Instagram e duvido que não terão vontade de se hospedar lá. Eu mesmo fui convencido pelo estômago!




Ainda é possível andar de cavalo, nadar e/ou pescar em uma represa que fica um pouco acima da fazenda.



Na volta decidimos fazer o caminho mais curto que comentei no começo do post, passando por Acaiaca. Mais alguns quilômetros de estrada de chão e estaríamos pegando a rodovia de volta pra casa e por muito pouco não estrago o final de semana. Em uma subida, estava no meio da pista e de repente me vejo em cima de um mata-burro. Devia ter tirado uma foto com a moto dentro do buraco, mas nem pensei nisso na hora.


Foi um pouco de imprudência minha e que poderia ter saído caro, mas felizmente não nos machucamos. E a moto teve apenas leves arranhões, uns raios quebrados e a roda um pouco empenada.


Foi meio tenso andar todo o restante do caminho com a frente instável, mas chegamos em casa sem maiores problemas. Agora é só marcar a próxima!