sábado, 31 de outubro de 2015

WHAT THE FUCK? #21

E se você reparar bem, vai perceber que ali em cima tem uma Dyna.

quinta-feira, 29 de outubro de 2015

FÁBRICA DA ITAIPAVA - BEER TOUR

Recentemente tive a oportunidade de visitar a fábrica da Itaipava e conhecer um pouco mais sobre o processo em larga escala. Confira no vídeo como foi.

terça-feira, 27 de outubro de 2015

CB 750 - A BEARD

Achei esse projeto no 8negro, mas infelizmente não encontrei detalhes sobre a moto.

As únicas informações que encontrei estão nesse link, mas como não sei ler japonês e a tradução é uma mer#@ eu vou deixar somente as fotos com referência de mais um trampo maneiro.





domingo, 25 de outubro de 2015

MOTO DO FILME #09 - HITMAN: AGENT 47

Com muita ação do começo ao fim o novo filme que tem inspiração nos jogos de vídeo game, trás uma bela perseguição entre motos e o carro pilotado pelo Agente 47.

A moto utilizada foi a Ducati Hypermotard.


Durante a perseguição aparecem várias motos com atiradores.



Não vou contar o que acontece pra não perder a graça. O filme é muito bom e vale dar uma conferida.

Ainda não se convenceu? Então dá uma olhada no trailer.

quarta-feira, 21 de outubro de 2015

E VOCÊ? CUMPRIMENTA O IRMÃO DO OUTRO LADO?

Um dia desses o Wilson Roque fez uma postagem muito legal sobre o cumprimento entre os motociclistas(eiros) nas estradas.

Vou colocar um trecho do post aqui:

"Cumprimentar o colega motociclista faz parte da maneira como eu piloto na estrada. A camaradagem e pilotar um veículo de duas rodas andam lado a lado. Eu procuro cumprimentar sempre, mesmo nas rodovias duplicadas, quando sei que o outro motociclista pode não estar prestando atenção em mim. E não importa a cor, marca ou modelo da sua motocicleta."

Para ver a postagem completa é só clicar aqui.

Acho que algumas vezes eu sou esse motociclista desatento ao cumprimento do irmão do outro lado da pista, e percebo o cumprimento só depois. Mas procuro responder sempre e cumprimentar também. Acho que isso é muito legal, principalmente nos dias de hoje com toda essa conectividade.


Eu ainda sou adepto de uma boa conversa (sem smartphones no meio) e confesso que até hoje não possuo um, pois tenho medo de me tornar refém da tecnologia. Apesar de ser novo, e ter uma rede social como qualquer outro jovem, quando eu estou numa reunião com os amigos, ou em algum barzinho jogando conversa fora tenho vontade de quebrar o cara que tá na mesa, mas não interage porque está "preso" no mundo virtual. Acho que as redes e mídias de compartilhamento fazem parte do cotidiano, e compartilhar alguns momentos na rede é uma coisa natural, mas ficar ali o tempo todo me incomoda.

"Não cumprimente esperando uma resposta, faça somente para mostrar que você se importa. Cumprimente por que você quer desejar-lhe uma boa viagem, com segurança. Cumprimente para mostrar sua solidariedade."

E que o cumprimento feito/recebido na estrada possa se repetir no dia-a-dia com o intuito de aproximar as pessoas e promover uma boa troca de idéias.

domingo, 18 de outubro de 2015

KIT WÄLS - DUBBEL / TRIPPEL / QUADRUPPEL

Recentemente eu falei um pouco sobre a cervejaria Wäls aqui e que eu deixava as cervejas dela de lado. Não sei o porque, mas sei que eu deveria ter experimentado elas primeiro.

Só tem cerveja foda e hoje vou falar sobre essas três ALEs que vem nesse kit.


Dubbel


Graduação Alcoólica: 7,50% vol
Tipo: Dubbel
Cerveja de receita Belga, elaborada com cinco tipos de malte, leveduras e lúpulos especiais, uvas passas e especiarias. Aroma de frutas secas e paladar seco e levemente picante, com persistência do torrado. Cor castanho escuro, espuma densa e duradoura. Notas de toffee e achocolatado. Refermentada na garrafa
Cervejas do tipo Dubbel apresentam características alcoólicas moderadas, podendo apresentar alguns aromas e sabores de fruta. Encorpada, essas cervejas possuem uma carbonatação expressiva.

Trippel


Graduação Alcoólica: 9,00% vol
Tipo: Trippel
Cerveja de receita Belga, elaborada com maltes, leveduras e lúpulos especiais, coentro, casca de laranja e outras especiarias. Aroma cítrico, paladar frutado e condimentado, com os sabores de malte e lúpulo em harmonia. Cor alaranjado pálido, espuma densa e duradoura. Refermentada na garrafa.
O termo Trippel tem sua origem em parte do processo de fabricação, onde os cervejeiros utilizavam três vezes a quantia de malte utilizada na fabricação padrão de uma cerveja. Tradicionalmente estas cervejas vão de um amarelo luminoso ao ouro, sendo um pouco mais escuras que uma Pilsner comum.

Quadruppel


Graduação Alcoólica: 11,00% vol
Tipo: Quadruppel
Cerveja de receita Belga, elaborada com quatro tipos de malte, nobre cepa de levedura, lúpulos especiais e várias especiarias. Intenso aroma e sabor de malte, chocolate toffee, mel e frutas secas. Equilibrado amargor. Aparência marrom caramelo, espuma densa e duradoura. Maturada em carvalho francês e cachaça genuinamente mineira. Refermentada na garrafa.
Cervejas do tipo Quadruppel são totalmente inspiradas nas cervejas trapistas belgas, com sabor comparável, mas mais encorpados aos tipos Dubbel e Trippel.

quarta-feira, 14 de outubro de 2015

TESTE - VELA IRIDIUM + CABO IBOOSTER F1 #02

Como disse anteriormente, fiz os testes com a vela de iridium e o cabo iBooster. Os resultados e as impressões que tive foram os seguintes:

Mas antes dos resultados algumas informações devem ser levadas em consideração:
-Como tinha uma semana para testar a moto antes da revisão, eu fiz cada teste durante dois dias;
-O percurso (40km) foi o mesmo todos os dias e sempre com a mesma tocada;
-O teste de top speed foi feito em um longo trecho de reta sem colocar em risco a segurança (não costumo andar nessa velocidade, nesse caso foi só pra testar mesmo);
-Para fazer as médias a moto foi abastecida sempre no mesmo posto, com gasolina aditivada (Shell V-Power), e o tanque completo sempre na mesma altura.
-A média geral que tenho da Ténéré no período que estou com ela é de 28,18km/L.

1-Trocar somente a vela

-Melhorou sim a partida a frio, mas nada que uma vela comum nova não dê conta;
-Aumento de torque até a faixa dos 4.000 RPM, o que proporciona uma diminuição nas trocas de marcha dentro da cidade (traduzindo, eu consigo rodar com uma marcha mais alta, com baixa rotação. É uma diferença perceptível, mas nada que faça a moto voar;
-Melhora nas retomadas em 5° marcha. Se teve uma melhora, mesmo que pequena no troque, é obvio que vai melhorar na retomada;
-Velocidade final não sofreu alteração (entre 130km/h e 133km/h);
-O consumo ficou em 28,74km/l.

2-Colocar o cabo iBooster entre o cabo original e o cachimbo (é o que o fabricante do cabo recomenda)

Antes de falar sobre os resultados, vou dar uma pincelada sobre a montagem.

Primeiro, desconecte o cachimbo da vela e do cabo de vela do cachimbo. Essa ponteira de metal deve ser retirada do cabo original e colocada no cabo iBooster.


No cabo original conecte a outra extremidade do iBooster. Vale lembrar que tanto a ponteira, quando a conexão do iBooster possuem rosca.


Com os cabos devidamente conectados, monte novamente o cachimbo.


Com essa configuração, o que deu para perceber foi:
-Melhora na partida, aumento de torque, melhora nas retomadas (igual no primeiro teste);
-Acima dos 6.000 RPM, a moto embola a aceleração . Dá umas engasgadas (igual moto com carburador sujo ou quando a gasolina é ruim) e não atinge o top speed (chegou nos 123km/h com muito custo). Aparentemente aconteceu o previsto, e o cabo mais longo atrapalhou no resultado final;
-O consumo também foi um pouco prejudicado em relação ao anterior. Ficou na casa dos 27,03km/l.

3-Retirar o cabo original e colocar o iBooster direto na bobina

Como havia dito anteriormente não sabia se teria como retirar o cabo original da bobina, então pra ver isso tive que desamontá-la.

Pra retirar a bobina é bem simples. Primeiro você deve retirar a buzina, pois ela está na frente.


Feito isso é só retirar a bobina. Com uma chave combinada 10mm você consegue desmontar. O parafuso que fixa ela, é longo e tem uma porca por dentro do chassi, então você deve segurá-la com a mão enquanto desenrosca com a chave.


Com a bobina em mãos e para confirmar aquilo que eu não queria, vi que o cabo não sai. Ela não tem aquela rosca que é comum. Parece blindado, então não forcei para não danificar e ter algum prejuízo maior. Mas o que fazer? Resolvi cortar o cabo original e colocar o iBooster. O único risco que eu tinha era ter o mesmo resultado do segundo teste, e como solução era emendar o cabo original de volta (o que não prejudica em nada a moto se for bem feito). Observe que no local da fixação do iBooster no cabo original eu passei fita isolante para evitar a entrada de água.


Nesse terceiro teste os resultados foram:

-As melhorias na partida, torque e retomadas se mantiveram;
-A velocidade final teve uma pequena (pequena mesmo) melhora mas nada demais, até porque não acredito que isso vá trazer alguma vantagem (entre 132km/h e 135km/h);
-E o consumo ficou em 29,02km/l.

Os resultados obtidos no primeiro e terceiro testes foram bem parecidos, sendo que o terceiro teste teve uma melhora no consumo e na velocidade final de 1% e 1,5% respectivamente. Ou seja, nada significativo. O que indica que esse cabo é apenas "colorido" e não cumpre o que promete, mas esse foi um risco que eu sabia que iria correr quando comprei.

Agora com a moto revisada vou fazer um teste de uma semana com o iBooster e mais uma semana com o cabo original para uma comparação final. Mas se fosse dar uma opinião sobre o uso desses componentes (vela iridium + cabo iBooster) hoje, eu diria que apenas a troca da vela é suficiente. E lembrem-se, não estou visando melhora de performance e sim melhoria de autonomia e vida útil.

Daqui a duas semanas posto se houve alguma melhora na moto depois da revisão e como foram os testes finais com os cabos.

SHE RIDES A BIKE #21

segunda-feira, 12 de outubro de 2015

FELIZ DIA DAS CRIANÇAS


Quando era pequeno ficava doido pra pegar a moto dos outros e dar uma voltinha, mesmo sem saber dirigir não tendo tamanho. Coisa de moleque!

sábado, 10 de outubro de 2015

DICA DE CANAL #04

O canal de hoje tem muito a ver aqui com o Barbados. O Moustache Content tem um leque bem amplo no que diz respeito a conteúdo. Produção de videoclipes, entrevistas, culinária e vídeos sobre motos e cervejas. Quer mais o que?

Vou deixar aqui o primeiro vídeo que assisti no canal que foi uma entrevista com o Chef e Sommelier Ronaldo Rossi. O cara é monstro quando o assunto é cerveja, então vale também a visita no blog dele.

quinta-feira, 8 de outubro de 2015

10.000 VISUALIZAÇÕES

Há quase 3 meses eu fazia uma postagem pra comemorar as 3.000 visualizações aqui no blog, e hoje elas atingiram a marca de 10k. E como forma de agradecimento vou estar sorteando uma camisa da Barbados Motorcycle Company como essa aqui.


Para participar do sorteio é muito simples. Você deve seguir o perfil do Barbados no Instagram, curtir a foto da promoção lá e deixar um comentário aqui no blog com nome do seu perfil no Insta, e se quiser escrever mais alguma coisa sinta-se a vontade, mas se colocar só o nome já tá valendo.
A promoção vale somente para quem mora no Brasil.
O sorteio será realizado quando atingirmos a marca de 20k visualizações aqui no blog.

Obs.: A camisa é feita em algodão com estampa em silk. Os tamanhos disponíveis são P,M,G e GG no modelo masculino, assim o vencedor pode escolher o seu tamanho.

Bora participar?

WHAT THE FUCK? #19

Pra você que vive reclamando que sua moto não tem conforto nenhum!

quarta-feira, 7 de outubro de 2015

TESTE - VELA IRIDIUM + CABO IBOOSTER F1 #01

Como a vela da minha moto já estava na hora da troca, optei por colocar uma vela de iridium (modelo DR8EIX - NGK). Essa vela tem como principal vantagem sobre a comum a durabilidade (cerca de 5x mais) e uma queima mais apurada. Fora isso, a mudança no comportamento da moto vai ser mínima. Tem gente que fala que só com a troca de vela a moto ganha alguns CVs, a velocidade final aumenta e por ai vai... Esse tipo de vela proporciona uma melhor queima do combustível. Agora, isso aliado a um sistema de injeção (ou carbura) bem regulado, filtro de ar limpo e combustível de qualidade a moto com certeza vai ter um melhor rendimento, uma resposta mais rápida e uma melhora na autonomia. Mas com a vela comum isso iria se manter, talvez alguma diferença na partida, consumo e retomadas, mas nada gritante. Se você quer melhorar a performance tem que fazer uma troca completa (vela, filtro de ar, escapamento e por ai vai) ou então troque de moto porque também não existe milagre.

Pesquisando na internet para comprar, achei esse kit com a vela e esse cabo que "promete" uma gama de melhorias, desde melhora na autonomia até ganho de potência. Quanto ao cabo, depois de ler muito e ver todo o tipo de comentário (contra e a favor) acabei comprando ele (para testar) junto com a vela. Lógico que não acredito que ele vá cumprir tudo o que foi prometido. É o mesmo caso da vela. Pode até ter uma melhora na autonomia e na resposta do acelerador, mas nada significativo.


Além da troca de vela, tenho que fazer uma revisão geral na moto (regular o comando de válvulas, limpar o corpo de injeção, trocar filtro de ar e ect) então aproveitei para fazer um teste durante uma semana antes da revisão para poder comparar depois.

Vou fazer os testes de três formas:

1-Trocar somente a vela.
Expectativa: Leve aumento de torque em baixa e média rotação, melhora nas retomadas, leve aumento na autonomia, comportamento normal em alta e top speed de fábrica.

2-Colocar o cabo iBooster entre o cabo original e o cachimbo (é o que o fabricante do cabo recomenda, salvo observação da instrução 5).


Expectativa: A mesma do item 1 porém, esse aumento no tamanho do cabo (já que eu não vou cortar o original) pode aumentar a resistência e fazer com que a bobina tenha que gerar uma carga maior e consequentemente não vou ter o rendimento esperado.

3-Retirar o cabo original e colocar o iBooster direto na bobina.
Expectativa: Para falar a verdade ainda nem sei se tem como retirar o cabo original da bobina sem causar algum dano (ainda vou trocar ideia com alguém sobre isso). Mas se conseguir espero ter um resultado melhor que o item 1, senão esse cabo de nada vale e o que vai dar algum resultado realmente é só a troca da vela.

Semana que vem posto o resultado de cada um dos testes. Vamos ver o que vai dar

terça-feira, 6 de outubro de 2015

DORES DO TURVO-MG / DAY OFF

No último fim de semana aproveitei a folga pra dar mais um rolê. Fomos por um caminho já conhecido, mas com o intuito de ver o comportamento da Ténéré em um trecho de terra mais longo e fazer um comparativo final com a Shadow, afinal a última vez que estive por essas bandas foi com ela. Lógico que essa comparação é só o meu ponto de vista com relação ao uso das duas motos, já que são modelos e pegadas totalmente diferentes. Você pode ver um apanhado geral que fiz sobre as duas aqui.

O percurso foi um pouco diferente, já que o foco era fazer o trecho de estrada de terra que liga os municípios de Dores do Turvo e Silveirânia, então não fizemos nenhum retorno como da última vez.


Desta vez não fui sozinho. Chamei o brother Diego (que tá meio paradão, mas depois dessa vai rodar com agente direto, eu tenho certeza) pra ir na sua CBX Strada (moto guerreira, que aguenta bem o regaço).


Eu filmei boa parte do percurso mas ainda não deu tempo de editar o vídeo, então vou ficar devendo por enquanto. Assim que estiver pronto eu posto por aqui.

Em relação ao comportamento da Ténéré na terra, não tem nem o que dizer. É onde ela se sente mais à vontade. Passa maior segurança ao entrar em curvas, apesar de sair de traseira com certa facilidade. Com a Shadow que tem uma pegada mais "on" era necessário ficar mais atento com qualquer coisa que pudesse me fazer perder o controle da direção. Em contrapartida a Shadow é ótima em rodovias bem pavimentadas, não que a Ténéré não seja, mas isso todo mundo sabe só olhar para as duas motos.

Outro ponto positivo é o conjunto de suspensão mais longo, que dá um conforto muito maior nesse tipo de terreno. Não fiquei com nenhuma dor de coluna no dia seguinte. A Shadow e as custom em geral tem a suspensão mais curta, o que provoca algumas socadas nos rins e isso não é muito agradável.

Os pneus que uso são o Enduro 3 Sahara da Metzeler. Com vocação mais "off", esse pneu proporciona um ótimo grip em estradas de chão (com pedras soltas, areia e o que tiver na frente), o que facilitou a decida de trechos mais íngrimes e consequentemente permitiu que andasse em uma velocidade mais alta do que com a Shadow.

Um ponto negativo (que já é de conhecimento de todos os donos de Ténéré) é o banco duro. Depois de uma hora na moto, a bunda já está dormente e não há nada que você faça que melhore isso. O banco erê que tinha na Shadow podia até ser feio, mas era igual um colchão de tão confortável.

Agora falta fazer o teste na lama. Com esse tempo seco peguei poucas chuvas com a Ténéré, mas tudo indica que ela vai se sair bem.

E como disse anteriormente, as duas motos tem pegadas totalmente diferentes com vantagens e desvantagens como qualquer moto e essa comparação está mais relacionada com o tipo de uso que eu tenho com as minhas motos. E nesse caso eu vejo mais pontos positivos na Ténéré, principalmente se levar em consideração a versatilidade dela e apesar do meu apreço pelas custom, se eu fosse pegar uma moto maior hoje com certeza seria uma big trail. Mas quem sabe apareça a oportunidade (num futuro próximo) de deixar uma custom com uma pegada mais off (scrambler), tipo essa aqui.


E vocês o que acham?

sexta-feira, 2 de outubro de 2015

CONTEÚDO EXCLUSIVO

Além da página no YouTube, agora o Barbados também está no Instagram.


Nas duas páginas você encontra conteúdo exclusivo que não foi postado aqui no blog, como os vídeos com as aventuras do meu cachorro (o Cão Verdão), alguns rolês e fotos exclusivas.


Então, tá esperando o que? É só clicar nos botões ao lado e se inscrever.

quinta-feira, 1 de outubro de 2015

ERDINGER - URWEISSE

As cervejas da Erdinger dispensam comentários. São muito bem acertadas em sabor, aroma e possuem ótima drinkability.


Graduação Alcoólica: 5,20% vol
Tipo: Weizenbier

Cerveja de trigo tradicional, e é fabricada seguindo uma receita clássica do tempo da fundação da cervejaria. Enquanto a Erdinger tradicional possui duas fermentações, sendo a segunda na garrafa, a Urweisse é produzida apenas com o processo de alta fermentação nos tanques, não sendo refermentada na garrafa. É refrescante com notas de cravo e banana.